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quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Rotineira roda
Vem, vê e brinda
A roda da solidão
Onde o amor esvai-se, inquieto
Não tortura, mata ou cega
Nem apedreja.
Roda essa tão rotineira
Na qual, meu bem, tu me deixaste
(Carolina Montecchio)
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